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Ensino superior: notas de exame, histórico e cartas de recomendação

Registre notas de exame com a fonte de onde vieram, leia o histórico com uma extração que só sugere, e peça a carta de recomendação a um professor ou mentor por link. Faz parte da vertical Educação, opcional e desligada até um administrador ativar.

O bloco de ensino superior fica no fim da tela Educação. Escolha uma candidatura e três coisas aparecem no mesmo lugar: as notas de exame do candidato, a leitura do histórico dele e as cartas de recomendação pedidas para aquela candidatura.

Toda nota diz de onde veio

Cada nota registrada carrega uma fonte: declarada pelo candidato (foi ele quem digitou), oficial (veio do órgão aplicador) ou importada de arquivo. A fonte aparece em toda linha e não pode ser editada depois. Se você errou, remova a linha e registre de novo com a fonte certa.

Conferir uma nota é outra coisa. Quando alguém da equipe compara a nota declarada com o comprovante, clique em Marcar como conferida. A nota passa a valer para uma decisão, mas continua declarada: o sistema nunca reescreve de onde veio um número só porque uma pessoa olhou para ele.

💡 É por isso que uma nota declarada sozinha nunca fecha um requisito de admissão. Ela volta como pendência de comprovante, junto com o aviso de que atenderia o mínimo assim que fosse conferida. Essa é a sua lista de candidatos a cobrar, e ela é honesta sobre o que você tem de fato.

A leitura do histórico

O histórico é um documento como os outros: anexe à candidatura em documentos, com o tipo Histórico. O bloco de ensino superior então oferece lê-lo com a mesma extração que o resto do sistema usa, com as mesmas regras de consentimento para documentos de menores.

O que volta é uma lista de sugestões, cada uma ao lado do texto bruto de onde foi lida, para você comparar com o original antes de aceitar qualquer coisa. Nada é registrado até você clicar em Confirmar.

💡 A leitura confirmada entra como importada de arquivo, nunca como oficial. A máquina leu um papel, ela não falou com o órgão aplicador. Se a nota oficial chegar depois, registre-a à parte: as duas convivem lado a lado de propósito.

Pedir uma carta de recomendação

Preencha o nome e o e-mail do recomendador e clique em Pedir a carta. Ele recebe uma mensagem com um link. Ao abrir, vê o nome do candidato, o programa, o prazo e o recado que você escreveu. Nada mais da candidatura aparece nessa página, e o link só abre aquele pedido.

Ele escreve a carta e envia, ou recusa. Sem senha, sem conta, sem instalar nada. Você pode copiar o link para mandar por outro caminho, enviar um lembrete ou cancelar o pedido, e cancelar derruba o link na hora.

Cartas confidenciais

A carta é confidencial por padrão, como no resto do setor: o candidato vê no portal dele que a carta chegou, mas nunca lê o texto. É isso que permite ao professor escrever com franqueza.

Se a sua instituição decidiu abrir as cartas aos candidatos, desmarque Confidencial na hora de fazer o pedido. Aí o candidato lê o texto no portal assim que a carta for enviada. Você pode mudar de ideia enquanto a carta não chegou, nunca depois.

Transferência e educação continuada

Não são módulos separados: são funis de admissão que você cria pelo assistente de admissões, no topo da tela Educação. O de transferência traz no próprio quadro as duas etapas que decidem se o candidato fica ou desiste, avaliação de histórico e equivalência de créditos. O de educação continuada é um funil curto e rolante, com orientação, inscrição e pagamento.

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