Escolas de origem e territórios: conversão medida, visita planejada
Cadastre as escolas de onde vêm os candidatos, veja quanto cada uma realmente converte em matrícula, distinga a origem que a família apenas declarou daquela que alguém conferiu, e monte o roteiro de visitas dentro da agenda e do orçamento do território. Faz parte da vertical Educação, opcional e desligada até um administrador ativar.
O bloco Escolas de origem fica no fim da tela de Educação e responde três perguntas que toda instituição faz antes de montar a temporada de captação: de onde vêm os candidatos, quais dessas origens de fato viram matrícula, e para onde vale a pena mandar alguém.
Uma escola sem candidato não é uma escola ruim
A conversão de uma escola é a matrícula real dividida pelos candidatos vinculados a ela. Enquanto não houver nenhum candidato vinculado não existe divisor, e a coluna diz "sem medição" em vez de 0%. A diferença não é de estilo: um 0% impresso ao lado de uma escola recém-cadastrada a tira do roteiro do ano seguinte por causa de um número que ninguém mediu.
Declarado não é verificado
A escola de origem quase sempre chega pelo formulário: foi a família que escreveu o nome. Por isso o vínculo entre candidato e escola nasce marcado como declarado. Verificar é uma ação separada, feita por uma pessoa, que grava a data da conferência e, se você quiser, a evidência (o histórico escolar, por exemplo). Nada se promove sozinho, e reaplicar um vínculo nunca rebaixa uma origem que já foi conferida.
O botão que cruza o que as famílias declararam compara o texto do cadastro da pessoa com o nome das escolas já cadastradas e cria os vínculos que casarem, todos como declarados. O que não casa não vira escola nova: volta na lista de nomes sem correspondência, para alguém decidir. Criar escola a partir de texto livre é como criar um cliente novo a cada erro de digitação, e em um ano a mesma escola estaria dividida em três estatísticas.
O território é o mesmo de sempre
Esta tela não cria um segundo cadastro de território. Os territórios são os mesmos de Configurações → Territórios, com a mesma meta, o mesmo aninhamento e a mesma equipe; aqui eles apenas ganham o que faltava para planejar captação: rótulo da temporada, dias de agenda, teto de visitas por dia e orçamento de viagem. Se a instituição tivesse duas hierarquias de território, duas telas dariam números diferentes para a mesma pergunta.
O roteiro não inventa custo
O custo de visitar uma escola é o custo real da última visita registrada nela. Escola nunca visitada entra no roteiro com custo desconhecido: ela não é excluída por falta de dado, mas também não consome orçamento como se fosse de graça. Quando isso acontece, a sobra do orçamento aparece marcada como parcial, porque aquele número é o melhor caso e não o resultado.
Custo de visita e orçamento de viagem são dinheiro da instituição e só aparecem para quem administra o sistema. Se você não tem essa permissão, a tela diz que o orçamento está restrito, e não que não existe orçamento: as duas frases levariam a decisões opostas na hora de marcar uma viagem.