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Educação

Cursos livres e EdTech: entrada contínua, aula experimental, progresso e o caminho de volta

Ligue o perfil de curso online e o ciclo inteiro aparece: entrada contínua sem prazo, aula experimental, formulário de matrícula online pronto para cobrar, progresso de aprendizagem que nunca inventa número, o certificado, o próximo curso e um convite de volta para quem parou. Faz parte da vertical Educação, é opcional e fica desligado até um administrador ligar.

O bloco Cursos livres e EdTech fica no fim da tela de Educação. Ele não acrescenta um módulo novo: liga um perfil e amarra o que as outras ondas já construíram, e é por isso que tudo aparece de uma vez para uma escola que já usa o sistema há algum tempo.

Entrada rolante é um ciclo sem prazo

Ligar o perfil cria um ciclo do tipo entrada, aberto, sem prazo de inscrição e sem prazo de aceite. A ausência é justamente o ponto: num curso livre a pessoa se matricula no dia em que decide, e um prazo digitado só para preencher o campo começaria a produzir alertas de vencimento para um vencimento que nunca existiu. Se depois você colocar um prazo nesse ciclo, a tela deixa de chamá-lo de rolante e diz por quê: ele virou uma turma com data, que é outra coisa.

Silêncio não é zero

O progresso de aprendizagem é lido dos sinais da plataforma de estudo, pelo conector neutro. É entrega feita sobre feitas mais perdidas nos últimos trinta dias; sem sinal de atividade ele cai para presença, e diz que caiu. Quando não há sinal nenhum, a coluna mostra "não medido" e a taxa fica vazia. Nunca é 0%.

💡 A diferença pesa mais do que parece. Um 0% impresso ao lado de um aluno que ninguém está medindo produz, duas semanas depois, uma campanha de "sentimos sua falta" enviada a quem estuda todo dia numa escola sem plataforma conectada.

Existe também uma terceira resposta. Se nenhum conector sabe ler a plataforma, o estado é "não dá para saber", que não é a mesma coisa que "olhamos e não achamos nada". As duas frases descrevem mundos diferentes, e a tela mantém as duas separadas.

Três respostas, não duas

A elegibilidade ao próximo curso e ao convite de volta é sempre uma de três: sim, não, ou não dá para saber. Quem concluiu um curso é candidato natural ao seguinte, e quem está indo bem também. Quem está patinando no curso atual não é: vender o segundo curso a quem está afundando no primeiro é como cobrar a renovação de quem abriu uma reclamação hoje de manhã. E quem a escola não consegue medir recebe "não dá para saber", com o motivo escrito, para que uma pessoa decida.

Qual curso vem depois

A recomendação lê o histórico de matrículas da própria escola: quem cursou este curso também cursou aquele. Se nenhum par de cursos foi feito pelos mesmos alunos até agora, a lista volta vazia e diz isso, junto com quantos alunos foram olhados. Nada é inventado, e a tela mostra qual curso puxou cada sugestão e quantos alunos estão por trás dela.

Quem saiu e quem sumiu

Sair é um fato datado e não depende de plataforma nenhuma: uma matrícula encerrada basta. Sumir é diferente, porque só conta como sumiço se havia algo medindo isso. Um aluno com matrícula ativa e nenhum sinal volta como "não dá para saber", continua na lista para você enxergá-lo, e não é convidado por palpite.

Exemplo: Um aluno entregou trabalhos até o dia primeiro de maio e nada depois. Hoje a ficha mostra 115 dias parado e o veredito "parou depois de atividade medida". Outro aluno, no mesmo curso de uma escola sem plataforma conectada, aparece como "não dá para saber", sem contagem de dias, e o botão de convidar fica indisponível para ele.

O convite sai pelo serviço de comunicação

A jornada de reativação é uma jornada como as outras, e nasce desligada. Chamar alguém de volta nunca dispara um e-mail desta tela: ela entrega a mensagem ao serviço de comunicação da educação, que decide destinatário por destinatário (o portão da guarda, o consentimento, o idioma de cada pessoa, o teto por família) e grava uma linha por pessoa com o motivo, inclusive de quem não recebeu. Uma jornada que também enviasse por conta própria seria uma segunda porta, sem nenhuma dessas trancas.

💡 Repetir o convite para o mesmo aluno dentro da janela de espera é recusado pela jornada, não por esta tela. Existe uma fila só, e é a que já existia.

Aula experimental, pagamento e certificado

A aula experimental é um evento do tipo aula experimental, com o check-in que a tela de eventos já registra: nunca agendada, agendada, compareceu ou não compareceu. O formulário de matrícula online nasce como rascunho, com o pagamento desligado e sem valor, porque publicar e cobrar são atos deliberados, e cobrar ainda exige o seu próprio gateway de pagamento conectado.

O certificado vem da conclusão da matrícula, nunca de uma barra de progresso alta: 95% não é conclusão, e certificado emitido por barra de progresso é o que custa o reconhecimento de uma escola. Se a certificação declara validade em meses, a tela conta o vencimento a partir da data de conclusão; se não declara nenhuma, ela diz que não há validade declarada em vez de inventar uma.

Uma limitação honesta: o sistema ainda não registra qual certificação cada programa concede, então você escolhe a certificação quando quer ver o vencimento. Ligar as duas exigiria mudança de estrutura, e esta onda não fez nenhuma de propósito.

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