Terminal: peça a um agente para construir dentro do seu próprio CRM
O terminal dá a quem administra uma conversa com um agente que altera este CRM: objetos, campos, automações, relatórios e o seu próprio código. Ele só toca na sua organização, tudo o que criar é apagado junto se a organização for excluída, e ele fica desligado até alguém ligar.
O terminal é uma conversa com um agente que tem mãos. Você descreve o que quer e ele constrói dentro deste CRM: cria objetos e campos, escreve automações e relatórios, e pode publicar código seu. É a ferramenta de customização mais profunda do produto, e por isso nasce desligada até quem administra ligar.
Quem pode abrir
Só quem administra, e só quando o terminal está ligado para a organização. Ele fica em Configurações → Terminal. Se o item não aparece, ou você não administra esta organização, ou a permissão ainda não foi concedida ao seu perfil.
Ele nunca toca em outra organização
Isso não é uma promessa, é como a coisa foi construída. O seu código roda numa máquina separada, que não tem credencial de banco nenhuma. Ele alcança este CRM só pela API, com o acesso da sua própria organização, então enxerga exatamente o que a sua organização enxerga e nada além. E se a organização for excluída, tudo o que o terminal criou vai junto.
Janela própria, e o trabalho continua
O terminal abre numa janela própria do navegador, para você seguir usando o CRM ao lado e ir conferindo o que foi implementado enquanto acontece. Fechar a janela não interrompe: a sessão vive no servidor, e reabrir continua de onde parou, com o histórico.
O seu código, e a rede de proteção em volta dele
O código publicado pelo terminal responde por um gancho: antes de gravar um registro, depois de gravar, quando uma oportunidade é ganha, num horário agendado, ou num endereço próprio. Só o gancho que roda ANTES de gravar tem o direito de recusar, porque recusar algo já gravado seria um cancelamento que não aconteceu. A extensão que falha seguidas vezes se desliga sozinha e diz por quê, para o seu CRM nunca ficar lento por causa de um código dentro dele.
A IA é a nossa, e é medida
O terminal usa sempre a nossa IA. Não dá para apontá-lo para um provedor seu, e isso é por construção e não por regra: a máquina onde ele roda nunca recebe uma chave de IA. Tudo o que ele pensa é medido na sua organização e respeita o seu limite de gasto, igual a qualquer outro recurso de IA. Há ainda um teto por sessão, para que um agente preso num laço não gaste um mês numa madrugada.
Quando o pedido exige o nosso código
Alguns pedidos não se resolvem dentro da sua organização porque dependem de uma mudança no próprio SellioCRM. O agente não finge o contrário: ele abre um pedido que chega até a nossa equipe, e você acompanha o status como acompanha qualquer solicitação que nos envia.
O que o agente faz quando você pede
Ao receber o seu pedido, o agente consulta a estrutura real desta organização (objetos e campos), escreve o código no espaço isolado, executa e mostra o resultado. Cada passo aparece na tela enquanto acontece: a linha do que ele vai fazer, a ferramenta que usou, o arquivo que escreveu.
- Ele nunca afirma que executou algo que não executou. Sem máquina de execução configurada, ele diz que não executou, e você vê isso escrito.
- Ele consulta os campos reais antes de responder sobre eles: nome de campo não é adivinhado.
- Publicar uma extensão liga código de verdade no CRM. O agente só publica quando você pede, e avisa o que está ligando; a extensão nasce desligada.
- O turno tem fim: há limite de passos e de tempo. Ao bater o limite, ele diz que parou por limite — e você pede para continuar.
- A máquina isolada alcança apenas a API deste CRM. Fora dessa lista, nada sai.